quinta-feira, 24 de maio de 2018

Bom dia

                                                   Bom dia

 


quarta-feira, 23 de maio de 2018

Saudades

Há pessoas que são muito saudosas. Vivem de saudades de tudo, de todos. De tudo o que viveram e de pessoas que conheceram. As saudades são boas, é uma coisa positiva, pois significa que gostamos do que vivemos, do que experimentamos. 
Tenho o coração com algumas, principalmente de momentos. 
Mas há muita gente em que as saudades que têm no peito são bem maiores que tudo o resto.
Viver com saudades no coração nem sempre é fácil e nem sempre é positivo. As pessoas deixam de se lembrar o que é viver sem a companhia das imagens passadas, das pessoas passados e dos momentos que já passaram.
Tudo tem que ter conta, peso e medida e as saudades são saudáveis até certo ponto, até ao momento em que não te permitem avançar, viver e virar a página.
Os momentos passam e fica o que de melhor nos trouxeram, fica a memória e sim, a saudade, mas passa e há ainda mais maravilhosos momentos para viver!!! 
 
 

terça-feira, 22 de maio de 2018

O meu filme do fim de semana

Wind River
A jovem agente do FBI Jane Banner (Elizabeth Olsen) é destacada para uma Reserva de Nativos Americanos, situada no estado de Wyoming (EUA), para investigar a morte de uma adolescente, cujo corpo fora encontrado por Cory Lambert (Jeremy Renner), um caçador de coites local atormentado pelo passado.
Pouco preparada para o isolamento da região ou para os rigores do clima, ela vê-se com dificuldade em avançar com a investigação. É então que contrata Cory como guia e, com ele, aventura-se por território selvagem onde a lei da natureza impera sobre todas as outras…
Um thriller baseado em factos verídicos a não perder no TVCine 1.


segunda-feira, 21 de maio de 2018

Jantares de amigos

Estes dias dei comigo a pensar que podia receber mais vezes os amigos la em casa. Fazer jantares, é tão bom, daqueles jantares em que acabamos todos a rir de nada, estão a ver?
Depois ponho-me a pensar bem no assunto e acabo por adiar mais uma vez. 
Uma pessoa decide organizar um jantar em casa. Põe na mesa o seu melhor serviço, saca do faqueiro herdado no casamento, limpa a casa, e organiza-se um manjar de fazer crescer água na boca.
Antes de abrir a porta, dá-se uma vista de olhos pela sala. Mesa posta irrepreensível, linda, com flores a enfeitar e uma velas acesas. Pequenos aperitivos, pão, e não falta nada.
Tocam á campainha, são os convidados e aí começa o desespero. O cão, ladra, uiva, salta, desespera-se. O filho vai para a porta ver quem é. Eu só quero que o cão se acalme, que tudo corra bem, que as pessoas se sentem, que descontraiam e que conversem. Mas não, o cão tem que ser preso, e ladra, ladra, ladra e ladra!!!
As senhoras do grupo a quererem ser simpáticas: "Precisas de ajuda?". Não, não quero, quero que vão para a sala, que a cozinha está um caos! Ora, se temos a sala num brinco, a cozinha depois da fase de preparação e confecção do majar, está caótica com tanta louça e desarrumação. 
Já disse que o cão continua a ladrar?
Depois as convidadas continuam a "querer ajudar" e abrem  o frigorífico e os armários e à procura de coisas para poderem fazer e mostrar que não vieram só para comer. E logo saem frazes do género "Onde é que está o abre capsulas?" e de um " Sabes onde é que guardas o saco de gelo?", "Ai, o meu é muito melhor que o teu." 
Respiro fundo e o cão continua a ladrar. Todos tentam em vão, acalmar o cão. 
Sentamo-nos, a comida está deliciosa, come-se e fala-se. Faltam os guardanapos, grande lapso. "Queres que vá buscar, diz-me onde estão?" - não, não quero, não, não preciso de ajuda! 
Estou em minha casa, eu é que sei onde é que está tudo arrumado e, por favor não me andem a circular pela cozinha que o cão já esta mais calmo e vai voltar a ladrar.
Fiquem na  sala a tomar conta dos vossos filhos que andam em correria e ainda me partem alguma coisa.  Jantem e desfrutem do jantar que preparei com tanto carinho que que eu farei o mesmo da próxima vez que seja eu a convidada.