sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Zumba

Pois é, esta é a chamada nova moda que inundou os ginásios, os palcos, os centros paroquiais e que nos últimos tempos tem sido a nova coqueluche.
Parece que todos adoram, no Facebook só se vê meninas auto denominadas de "Zumbásticas", pintadas com riscas na cara como os soldados, com pulseiras e t-shirts com cores chocantes.
Tanta gente que zumba, mas que aposto que metade nunca se deu ao trabalho de saber como surgiu esta modalidade. Recuando um pouco no tempo, é engraçado percebermos que este tipo de treino surgiu de uma forma muito inesperada, quando, no ano de 1999, o seu criador, Alberto Perez - ou Beto Perez, como é conhecido – se esqueceu de levar as cassetes habituais para as suas aulas de aeróbica. Como bom coreógrafo colombiano que é, teve então que recorrer à música latina que tinha no seu carro e às suas capacidades de improvisação. E correu tão bem que ele aproveitou esta ideia para, mais tarde, criar uma nova modalidade: a zumba, um sucesso que passou dos Estados Unidos para o resto do mundo.
Se virmos bem, a zumba tinha tudo para se tornar muito popular, pois fazer exercício físico com movimentos aeróbicos coreografados e ao som de músicas latinas parece realmente muito convidativo, até para quem detesta mexer um dedo. Para além de ser muito divertida, tem imensos benefícios a nível corporal e mental, o que faz dela uma aposta segura para qualquer ginásio. 
Pessoalmente não é coisa que me atraia. As aulas de grupo são injustas porque nem toda a gente faz as coisas ao mesmo ritmo e as zumbásticas que já praticam há anos, tem sempre a mania de minimizar e dizer que é tudo super fácil, que se aprende rápido. Por outro lado temos sempre os professores que acham que toda a gente é coordenadíssima e consegue fazer todos os coordenados de forma exemplar e há primeira.


Porque hoje é sexta feira


quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Imagens com vida


(Re) Começar

Todos os dias somos testados com desafios. Muitas vezes testados com aquilo que mais tememos, temos que arranjar forças para ultrapassar nem que para isso tenhamos que deixar cair por terra conceitos que tínhamos como verdade e como base para a nossa vida. Temos muitas vezes que mudar esses conceitos em que sempre acreditamos e perceber que nada é assim tão linear.
Tudo isso assusta e mete medo, a mudança nem sempre é bem vinda para muitas pessoas mas se  tivermos um olhar mais calmo sobre esse movimento de transformação, que tanto nos assusta, vamos perceber que isso é bom, que tudo que é chamado à mudança é porque não está sustentado numa  base firme.
O que acontece é que nos acostumamos tanto com algumas coisas e somos tão familiarizados com elas, que, pouco a pouco elas vão tomando conta da nossa rotina  de uma forma que nem nos deixa perceber que as coisas podiam ser diferentes, melhores. Esse acostumar lento tira-nos muitas vezes a capacidade de reacção e é tão familiar que acabamos a acreditar que só existe aquele caminho.
Quando nos surge uma possibilidade de mudança, seja a que nível for, mesmo que nos assuste, é sempre bom que olhemos para ela como um caminho  novo, quem sabe para que coisas que estavam estagnadas ou ultrapassadas sejam libertadas e que para que novas possibilidades possam aparecer.
Digo com isto, que nem todas as mudanças são más. Muitas vezes temos receio, mas é necessário pensar bem e analisar se essa mudança não será o melhor caminho.
Por isso, quando a mudança bater á  porta, vamos recebe-la com um sorriso e com o coração aberto, sem tentar fechar logo a porta nem fingir que aquilo não é connosco.
Vamos pensar que é sempre hora de seguir por caminhos nunca antes percorridos e de nos abrir para a possibilidade de viver coisas novas que nos fazem perceber que somos muito mais do que aquilo que sempre acreditamos.

Modo Outono

No calendário, o Outono já chegou há alguns dias, mas para mim chegou ontem.
Depois de um calor infernal este fim de semana, a semana chegou (felizmente) com chuva e descida das temperaturas.
Para mim, o Outono chega quando dou por mim em casa em vez de andar de chinelos de meter o dedo, andar á procura de um belo par de meias e uns chinelos quentinhos.
O Outono chegou e já trouxe lugar ás botas e aos casacos.
É tempo de trocar os gelados pelas sopas, café ou chá quentinhos.