domingo, 20 de agosto de 2017

Aos Domingos uma receita

Donuts de forno caseiros, com recheio
- 50g de fermento de padeiro
 - 3 dl de leite morno
- 125g de farinha
- 2 ovos
- 2 gemas
- 120g de açúcar
- 120g de manteiga
- 500g de farinha
- 1 pitada de sal
- raspa de 1 limão
- açúcar em pó q.b.

Quanto ao recheio, é necessária uma lata de leite condensado cozido mas podem optar por compotas caseiras. 
Preparação
1º Aquecer o leite até ficar morno e depois colocar numa tigela. Juntar o fermento e os 125g de farinha. Mexer bem e deixar levedar até dobrar de volume.
2º - Depois de levedar, juntar os ovos, as gemas, o açúcar e a manteiga derretida. Amassar bem e depois juntar o sal, as raspas e a restante farinha. Voltar a amassar bem, sempre dentro da tigela e depois deixar levedar novamente até dobrar de volume.
3º - Depois da massa levedar, enfarinhar as mãos e formar pequenas bolas de massa e colocar num tabuleiro forrado com papel vegetal. Deixar levedar mais 20 minutos.
4º - Levar ao forno a 180ºC, durante 25 a 30 minutos. 
5º - Retirar e deixar arrefecer.  Com um saco de pasteleiro rechear os donuts com o recheio escolhido.  
6º - Polvilhar com um pouco de açúcar em pó. 

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

No Norte

No Norte é ver os vizinhos quase à porrada na rua porque o cão de um deles fez cocó no jardim da outra.
É ver a dona do jardim a roubar-lhe o cão para lhe chamar a atenção e tentar agredi-lo quando ele lhe tenta tirar o cão do colo!
É ver o resto da vizinhança a assistir à cena e a rir.
É ver a policia a chegar e a acalmar os ânimos. O cão é libertado.
Qual televisão qual quê... No Norte os filmes passam-se é na rua.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Livro para as férias

É nas minhas férias que tento ler um pouco mais.
Na loucura do dia a dia não tenho tempo, e é nesta fase que me dedico á leitura e a explorar um bom livro.
Este ano escolhi um que vai com certeza mexer com as minhas entranhas! A ver...
Nina Frost é delegada adjunta do Ministério Público, acusa pedófilos e todo o tipo de criminosos que destroem famílias. Nina ajuda os seus clientes a ultrapassar o pesadelo, garantindo que um sistema criminal com várias falhas mantenha os criminosos atrás das grades. Ela sabe que a melhor maneira de avançar através deste campo de batalha vezes sem conta, é ter compaixão, lutar afincadamente pela justiça e manter a distância emocional.
Mas quando Nina e o marido descobrem que o seu filho de 5 anos foi vítima de abuso sexual, essa distância é impossível de manter e sente-se impotente perante um sistema legal ineficiente que conhece demasiado bem. De um dia para o outro o seu mundo desmorona-se e a linha que separa a vida pessoal da vida profissional desaparece. As respostas que Nina julgava ter já não são fáceis de encontrar. Tomada pela raiva e pela sede de vingança, lança-se num plano para fazer justiça pelas próprias mãos e que a pode levar a perder tudo aquilo por que sempre lutou.


terça-feira, 15 de agosto de 2017

Palavras que podiam ser as minhas

Texto tão lindo sobre a maternidade! Sobre o não existir a chamada mãe perfeita.
Ora vejam:


"Desde que o seu filho esteja saudável e em segurança, as decisões que tomas como mãe, não são da minha conta.Ninguém tem que achar bom ou mau se o teu filho vai para uma escola X ou Y. Se o pediatra dele é o mais famoso da cidade ou se optaste por um médico que só trabalha com medicina alternativa. Não afecta a vida de ninguém se o teu filho só come comida caseira, ou se adora as papinhas prontas. Se ele sabe cantar as músicas dos desenhos, ou se na tua casa é proibido televisão. Se ele dorme no teu quarto, no quarto dele, ou no sofá da sala. Se a tua  menina faz ballet, o menino futebol ou vice-versa.
Sabes o que realmente importa? Importa que o teu filho é amado, é acompanhado por um profissional da área de saúde, é alimentado, brinca, dorme num local seguro, e pratica actividade física.
Ser mãe já é difícil, o coração de uma mãe carrega dúvidas e medos. Sem falar no sentimento de culpa, que nos acompanha desde o teste positivo.E ainda há mães por aí que se acham no direito de julgar as escolhas das outras mães? Vamos erguer a bandeira branca, rosa, amarela, azul, seja lá qual for a sua cor.
Eu quero-te como aliada. Para que juntas possamos falar das nossas inseguranças. Para que chores de